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Especial - Hands-On Guitar Hero: World Tour |
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Hands-On Guitar Hero: World Tour
omo já sabem, a série Guitar Hero é das mais originais e mais ousadas a nível de videojogos, porque inventou um novo conceito de diversão que, aliado à música, traz muito divertimento. Além disto, Guitar Hero tem evoluído de tal forma que deixou de ser um jogo para jogar de forma solitária para começar a juntar amigos. Esta forma de pensar e de querer transformar a série em algo muito maior do que já era, fez com que a produtora de Guitar Hero World Tour, a Neversoft, construísse um jogo que oferece uma experiência autêntica e mais aprofundada, e isso foi conseguido, através da adição de novos instrumentos, como é o caso da bateria e microfone, além da clássica guitarra e baixo. Ou seja, e em poucas palavras, Guitar Hero transformou-se num real simulador de uma banda musical!
E porque o jogo está praticamente a chegar ao nosso mercado – chega na próxima semana – a Ecofilmes, editora nacional, convidou a Gamerstek para experimentar o novo Guitar Hero no hotel Marriott, em Lisboa, e acreditem que foi um sucesso!
World Tour aparece em grande, tanto que com todo o equipamento montado e pronto a ser utilizado, parece mesmo que nos estamos a preparar para dar um concerto.
Logo à primeira vista o novo GH parece mais “crescido”. Com todo o equipamento montado e pronto a ser utilizado, parece mesmo que nos estamos a preparar para dar um concerto. Afinal é isto mesmo que World Tour pretende! Tivemos a possibilidade de testar todos os instrumentos, excepto o microfone, já que nenhum dos presentes quis demonstrar os seus dotes vocais. Ainda assim, o Nuno Coelho, responsável da Ecofilmes, arregaçou as mangas e colou-se ao dito. Já que estamos a falar no microfone, este possui fio, ou seja, não é Wireless, e liga-se à Xbox 360 via USB. Não tem quaisquer botões, e o Star Power é accionado batendo duas vezes com a mão no respectivo micro. Não é o melhor sistema do mundo, mas poderá ser melhorado de futuro.
A bateria é, decididamente, o foco principal da nova imagem do Guitar Hero.
Já a coqueluche deste ano, a famosa bateria, tem todas as curvas no sítio, ou, por outras palavras, tem o seu design perfeito. Ao contrário do problema que tem havido na bateria de Rock Band 2, a “drum” de GH não tem defeitos, pelo menos que nós tenhamos identificado na cerca de 1 hora que jogámos. Se estão a pensar que é fácil tocar neste instrumento, desenganem-se, pois é muito mais difícil do que parece. Mas este vai ser o aparelho favorito da maioria dos jogadores, isso é uma certeza.
Já a guitarra foi alvo de vários melhoramentos. Está mais pesada, parecendo mais real, os botões foram suavizados, o que quer dizer que fazem menos barulho quando os pressionamos, e agora também lá aparecem botões sensíveis ao toque, que são usados para notas especiais. O Star Power foi melhorado na guitarra, sendo que agora não é necessário agitar a dita para iniciar o bónus, bastando pressionar uma tecla estrategicamente posicionada, no entanto, para os que preferirem abanar a guitarra, essa opção continua disponível. A barra de strumming foi aumentada, facilitando o seu acesso para estremecer as notas. Em resumo, esta é a melhor guitarra que a série Guitar Hero conheceu. Deixo a sua caracterização em duas palavras: simplesmente fantástica.
Nome do jogo: Guitar Hero: World Tour Plataformas: PS2, PS3, X360 e Wii Produtora: Neversoft Editora: Activision Imagens: Galeria Vídeos: Downloads Data de lançamento: 21 de Novembro de 2008 |
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Gamerstek.com - Videojogos - Especial - Hands-On Guitar Hero: World Tour
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Comentários |
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| Downmind 17, November de 2008
o World Tour deve ser uma bomba gigante! Parece girissimo o jogo. Pena é custar tanto. |
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Liga-te para poderes comentar ou regista-te se ainda não o fizeste!
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