Análise PS3 - Bionic Commando
Análise PS3 - Bionic CommandoBionic Commando
Categoria: PS3
Bionic Commando: demasiado Bionic, pouco Commando

epois de tudo ter começado em 1988 na velhinha NES, a Capcom regressa com a primeira verdadeira sequela ao jogo Bionic Commando, produzida pelos estúdios da Grin. Centrando-se dez anos depois do original, a história começa relatando o passado de Spencer, o personagem principal. Nathan Spencer é um soldado biónico, ou seja, com uma parte de si constituída por uma peça mecânica, no caso o seu braço esquerdo. Após ter ajudado o governo, é traído e começa a luta contra os soldados biónicos, em que muitos são presos e executados.

Antes da sua execução, a cidade de Ascension City é destruída por um estranho engenho, e o governo apercebe-se que Spencer é o único com capacidades para poder investigar o que se passa, a troco de voltar a ter o seu braço biónico e de saber algumas coisas sobre pessoas do seu passado. É com este mote que partimos para a destruída cidade, onde estamos sozinhos num território cheio de inimigos por toda a parte.

Aqui, executamos diversas missões com o objectivo de compreender o propósito dos terroristas com o devastador ataque. A primeira funcionalidade com que tomamos contacto é o sistema de disparo. Se a mira demasiado grande deixa algumas duvidas ao inicio, a forma como funciona deixa mais, porque o sistema é bastante pouco preciso e arcade.


A passear com a Bionic Arm (não muito) livremente pela cidade


Se isto poderia ser desculpável para não tornar o jogo num shooter, a forma como por vezes se desenrola é estranha, uma vez que, ao longe, facilmente disparamos à volta do inimigo e este acaba por morrer. Por outro lado, a partir de certa distância torna-se quase impossível acertar, repentinamente, num claro erro de programação. Pouco depois tomamos contacto com o elemento central do jogo, o nosso braço mecânico. Este pode ser usado para diversas acções, devido à funcionalidade que possui, um gancho extensível que se prende à maior parte das superfícies sólidas (maior parte não inclui, por exemplo, certos prédios a partir de determinada altura, num script demasiado denunciado do jogo). Assim, pode ser usado para chegar com rapidez a determinado local onde o prendemos, ou para balançar e andar pela cidade qual Homem-Aranha. Este é um elemento da jogabilidade divertido e bastante único, e com o qual podemos fazer truques como o Zip Kick, em que nos prendemos a um dado inimigo e o pontapeamos. Este braço tem também utilidade para combater os inimigos corpo-a-corpo, o que em certas alturas é bastante útil pois as munições nem sempre são abundantes. Podemos carregar quatro armas, sendo que uma são granadas, a outra a clássica pistola e os outros dois slots para tipos de armas em que temos uma opção entre várias para utilizar, conforme os momentos do jogo. Por exemplo, numa das slots podemos ter uma espécie de caçadeira ou uma sniper. No entanto, as armas não nos motivam especialmente, com algumas excepções, sendo por vezes pouco criativas, e sofrendo todas do mesmo problema da pistola.

Nome do jogo: Bionic Commando
Plataformas: PC, PS3 e X360
Produtora: Grin
Editora: Capcom
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Data de lançamento: 22 de Maio de 2009
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Comentários
Sam - 18, Junho de 2009

k jogo tao tretoso...n compreendo a cena de agora terem meios pra fazer um jogo bom melhor k em 1988 ms n conseguirem. dpois admiram-se
MGSmarioPRO - 19, Junho de 2009

Avaliação justa, pois tenho o jogo e realmente falha muita coisa infelizmente :S E para não falar que este nem devia ser um jogo de loja mas antes psn tipo warhawk.
jgd - 19, Junho de 2009

O jogo é grande demais para se vender na PSN. smiley
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