Análise PC - Overlord II
Os Sims 3Overlord II
Categoria: PC

Overlord II: o regresso da maldade no seu estado mais puro!

esta indústria são uma constante os títulos que oferecerem ao jogador uma narrativa benévola, onde este veste o papel de um herói e embarca numa jornada para combater a malvadez. Contudo, em certas ocasiões surgem excepções, videojogos que invertem totalmente os papéis e presenteiam o público com algo diferente. Prova disso é o franchise Overlord, o qual foi lançado pela primeira vez em 2007, pela mão da produtora Triumph Studios, e ofereceu exactamente o oposto – ser o mau da fita e espalhar a maldade pelo mundo fora.

Como tal, dois anos mais tarde, os responsáveis pela primeira instância voltam à carga com Overlord II, a sequela directa do primeiro capítulo. Com a narrativa mais uma vez entregue a Rhianna Pratchett, a história relata os eventos posteriores à acção decorrida anteriormente. Desta feita, o jogador assume o papel do filho do primeiro Overlord, conhecido por Overlad, cuja primeira referência sobreveio no desfecho da expansão oficial - Overlord: Raising Hell. Enviado para as terras gélidas de Nordberg pelo conhecido Império Glorioso, cabe agora a este seguir as pegadas do seu pai e servir a sua vingança.

"Não, não é o Fabrizio Miccoli, ex-jogador do Benfica, na sua versão carnavalesca, mas sim Overlad, a personagem principal do jogo"


À semelhança do primeiro título, o núcleo da jogabilidade encontra-se inalterado, continuando este a apostar no controlo da nossa personagem, numa perspectiva na terceira pessoa, ao mesmo tempo que comandamos o nosso plotão de minions - criaturas que fazem lembrar os famosos gremlins – na tentativa de derrotarmos diversas civilizações, bem ao estilo greco-romano. Cada tipo de minion apresenta determinadas vantagens, assim como fraquezas: os Castanhos, a única classe inicialmente disponível, são essencialmente conhecidos por serem soldados lutadores, aqueles que deverão sempre estar na linha da frente, prontos para a acção; os Vermelhos são dotados da capacidade de fogo, sendo capazes de resistir a esse, bem como arremessar projécteis do mesmo tipo; os Verdes são os nossos soldados furtivos, perfeitos para atacar os inimigos pelas costas, sem que estes tomem noção da nossa presença. São para além disso, imunes a qualquer tipo de veneno. Por último surgem os Azuis, os quais têm a habilidade de nadar e de se tornarem invisíveis momentaneamente, assim como de ressuscitar companheiros que perderam a vida em combate.

Em adição a todas esta características, a nossa armada é também agora capaz de operar diversas armas de longo alcance - como as diversas catapultas e bestas gigantes presentes ao longo dos diversos mapas – barcos de guerra e ainda capturar determinados animais, fazendo deles veículo para ajudar durante as batalhas. É também possível, ocasionalmente, camuflar as nossas tropas com vestimentas, bem como controlar directamente o minion mais forte - através de uma pedra de possessão - liderando assim os restantes militares. Quando nesta fase, o jogador consegue aceder a locais que não conseguia utilizando a personagem principal, abrangendo assim ainda mais as possibilidades em torno do jogo.

Já em contra partida, o nosso Overlord, apesar de também puder participar nas batalhas, encontra-se mais restringido em termos de acção, isto porque conta somente com três tipo de interacção: ataque, magia e controlo dos chamados minions, à semelhança do primeiro título. Ainda assim, relativamente aos dois primeiros, o de magia acaba por proporcionar maior diversidade, embora durante as batalhas o mais utilizado seja definitivamente o de ataque, traduzindo-se num autêntico smash button.

Nome do jogo: Overlord II
Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360 e PC
Produtora: Triumph Studios
Editora: Codemasters
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Data de lançamento: 26 de Junho de 2009
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Comentários
MGSmarioPRO - 01, Julho de 2009

Excelente análise, e realmente o jogo pode não ser nada de muito bom, mas é diferente e engraçado de jogar. Eu joguei a demo até ao fim e até gostei, pois é engraçado andarmos com o nosso exército a rebentar tudo (parecemos um death knight do World of Warcraft), hehe
Downmind - 02, Julho de 2009

muito bom jogo e segue o caminho do anterior. mas n faz muito o meu genero
PRoTOTyPe_PS3 - 07, Julho de 2009

Não se afasta muito do primeiro título o que pode ser bom e mau. Pode ser acusado pela falta de criatividade, mas continua a ter o bom humor do primeiro. Este jogo não faz o meu género, mas parece uma boa escolha para quem gosta de acção/estratégia.
Abraços : D
PS: Muito boa análise, parabéns : P
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