Let's Tap Categoria: Wii |
Let's Tap: e que tal dar uso a essa caixa de lenços de papel?
imples e inovador. São estes os dois adjectivos que melhor se enquadram no contexto que nos é apresentado por Let’s Tap, um exclusivo Nintendo Wii, lançado pela Sega, que demonstra, pela positiva, que é possível ser-se original sem que, para tal, tenha que ser lançado qualquer periférico que obrigue o desembolso extraordinário de dinheiro.
Tudo o que é preciso é um Wiimote e uma caixa, preferencialmente de cartão. O Wiimote é colocado, virado para baixo, em cima da caixa, não havendo, portanto, qualquer contacto directo com um comando. Todo o controlo é feito com as mãos, mais propriamente através da força com que se bate com aquelas na caixa. O Wiimote fará a sua função de detector das vibrações fabricadas pelo bater das mãos, sendo desta forma que tudo ganha razão de ser em Let’s Tap.
É natural que se fique bastante reticente antes de acreditar que este sistema, na prática, consegue funcionar em termos mínimos, mas por mais curioso que possa parecer, as falhas são raríssimas. Qualquer falibilidade que exista no decorrer dos mini-jogos é de culpa exclusiva pelo mau uso da força das mãos e não do sistema em causa. E quando se fala em casos raros de falhas, engloba-se apenas a navegação nos menus, que também é feita através das vibrações. Para mudar de menu, basta bater uma vez; para seleccionar essa opção, então duplica-se o batimento. É este duplo batimento que não funciona de maneira suficientemente eficaz enquanto não se ganha a prática necessária.
São cinco grupos de diferentes jogos que estão reunidos no menu inicial. Numa primeira percepção, parece compreender-se que o conteúdo do jogo está em relação de paridade com a divertida ideia dos comandos, mas num contacto mais aprofundado é possível chegar à conclusão que se podia ter pegado na ideia e ter ido ainda mais longe.
O primeiro grupo é, de todos, o mais divertido. Chama-se Tap Runner e nele controlamos um boneco que tem de ultrapassar diversos obstáculos até chegar à meta final, algo que apenas é minimamente criativo graças ao sistema de comando implementado. A velocidade da personagem é controlada através da força com que se bate na caixa, mas atenção, porque força demais provoca o salto do boneco, algo que é essencial para algumas fases, mas um atraso para outras. Entre os obstáculos estão barreiras, precipícios ou mesmo plataformas que quando pisadas fazem com que a personagem volte para atrás. Toda a construção e mesmo os níveis estão contagiantes ao ponto de ser difícil chegar a um ponto de saturação. Facilmente se chega até ao último nível, embora a dificuldade aumente consideravelmente, sobrando apenas a hipótese de tentar bater os recordes de tempo anteriores.
Rhythm Tap é o nome do segundo grupo de mini-jogos. Aqui a vertente é mais musical, havendo um conjunto de canções, com níveis de dificuldade distintos, as quais devem ser acompanhadas por uma batida especial do jogador. No ecrã deslizam três notas de intensidade: as azuis pedem por uma batida suave, as verdes por uma mediana, e as laranjas pela máxima força. Com a lição aprendida, nem sempre a prática é tão divertida quanto aparenta. Let’s Tap pode facilmente ser confundido com um jogo de ritmo quando apenas se olhe para a sua capa, mas é uma desilusão quando se descobre que a parte que envolve o acompanhamento musical é um dos pontos mais fracos do jogo. Não só as músicas têm pouca aderência, como as animações de fundo têm um poder de distracção demasiado forte para que a concentração se possa focar naquilo que é importante para atingir o sucesso.
Nome do jogo: Let's Tap Plataformas: Wii Produtora: Prope Editora: Sega Imagens: Galeria Vídeos: Downloads Data de lançamento: 19 de Junho de 2009 |
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Gamerstek.com - Videojogos - Análise Wii - Let's Tap
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Comentários |
| teknoplayer - 02, Julho de 2009
Boa anáise . Está justa. |
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Liga-te para poderes comentar ou regista-te se ainda não o fizeste!
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