Análise PS3 - Wanted: Weapons of Fate
Análise PS3 Wanted: Weapons of FateWanted: Weapons of Fate
Categoria: PS3

Wanted: Weapons of Fate: procura-se um bom jogo

Bionic Commando e Tom Clancy’s: GRAW não são nomes desconhecidos da maioria dos jogadores. A GRIN, produtora responsável pelos jogos destes franchises, em parceria com a Warner Bros traz-nos Wanted: Weapons of Fate. Baseado no universo do filme com nome semelhante que chegou às salas de cinema no Verão passado, chega-nos este jogo de acção na terceira pessoa.

No entanto, ao contrário da comum adaptação de filme para jogo, Weapons of Fate não se centra nos acontecimentos do filme. Somos assim convidados a continuar a história de Wesley Gibson e da fraternidade de assassinos. Tem também como objectivo descobrir mais sobre si mesmo e a sua família, bem como matar o imortal.

Para os que não viram o filme Gibson era um homem comum, que descobre através de uma série de acontecimentos algumas capacidades sobrenaturais, que revelam pertencer a uma fraternidade de assassinos. Estas habilidades incluem a capacidade de curvar as balas que dispara à volta de objectos, o que permite matar inimigos que estão protegidos.

Ao longo do tutorial que inicia o jogo aprendemos a controlar esta habilidade. Está sem dúvida muito bem recriada, e é interessante e divertida utilizá-la durante os vários combates, sendo uma mecânica única. No entanto, ficamos com a sensação que podia ser mais explorada, poderia ser usada de forma mais refinada e não simplesmente para matar um inimigo mais escondido.

Podes fugir, mas não te podes esconder


Aprendemos também a utilizar a cover, que é extremamente importante neste jogo. O sistema para mudar de local em que estamos protegidos é muito simples e funciona bem, bastando premir o X após seleccionar o sítio onde pretendemos ir para mudar de local. Este sistema funciona bastante bem, mas nem sempre é muito necessário pois os inimigos não são particularmente mortais, com excepção dos bosses.

Existe ainda uma habilidade especial que consiste em disparar algumas balas enquanto mudamos de cover, em slow-motion, que é útil quando temos muita pontaria e pouca vida, e nos permite ferir alguns inimigos mais mortais sem que eles nos atinjam.

Ao longo do jogo somos apresentados a diversos flashbacks, em que controlamos Cross, que no filme Gibson descobrira ser o seu pai. Assim ficamos a compreender um pouco melhor a história, mas esta por vezes revela-se confusa, sobretudo para quem não tenha visto o filme, sendo que alguns acontecimentos poderiam ser melhor explicados. Estes momentos são não só cutscenes como secções jogáveis.

Todo o jogo, quer com Cross, quer com Gibson é recheado de acção, practicamente imparável. Poucos momentos são sequer de exploração: passamos a larga maioria do tempo, diria que talvez 90%, a lutar em salas recheadas de inimigos, sendo os outros 10% em pequenas secções de exploração ou a mudar de sala para encontrar apenas… outra sala cheia de inimigos.

Nome do jogo: Wanted: Weapons of Fate
Plataforma: PS3, Xbox 360 e PC
Produtora: GRIN
Editora: Warner Bros.
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Data de lançamento: 17 de Março de 2009
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